Esta é a costura que a maioria dos sites não tem. À esquerda, o site de uma empresa fictícia de energia solar. À direita, o CRM de verdade. Envie o formulário e acompanhe o que acontece no mesmo segundo.
Simulação gratuita em até 24h, sem compromisso.
No site real, é aqui que o visitante lê a confirmação — e o vendedor já recebeu o aviso. Olhe o painel ao lado.
O formulário é só a porta. O que vende o CRM é o que fica registrado depois dela — e continua lá quando o vendedor sair de férias, ou da empresa.
São quatro passos, e o cliente não vê nenhum deles. É por isso que o site e o CRM vivem no mesmo servidor: um não pode ser publicado sem o outro.
O formulário posta em /api/lead.php. Sem redirecionar, sem sair da página, sem abrir o e-mail.
Confere a origem, descarta robô pela isca escondida e cria o contato na fila de triagem — sem dono ainda.
E-mail para a equipe e o lead já visível no funil. Ninguém depende de alguém lembrar de conferir a caixa de entrada.
Página, campanha e horário entram junto com o lead — é o que responde, no fim do mês, qual anúncio virou venda.
Site bonito que joga lead no e-mail é folheto caro. O que muda o mês é o que acontece depois do envio.
Formulário que cai em caixa de entrada some entre newsletters e cobranças. No funil, um lead sem dono fica visível até alguém assumir — e a fila de triagem é a primeira coisa que o vendedor abre de manhã.
Quem responde primeiro leva a venda, e quem pede orçamento pediu para três empresas. O aviso chega no momento do envio, com o número já formatado para abrir a conversa em um clique.
A conversa, a proposta e o motivo da perda ficam na negociação, não no celular de quem atendeu. Vendedor sai, o cliente continua sendo da casa — com tudo o que já foi combinado registrado.
Site, formulário e CRM entregues juntos e já conversando — não são três contratações que alguém tem que fazer conversar depois.